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Aviação Militar / EUA

Pentágono apreensivo

O possível desenvolvimento de uma inteligência artificial militar russa preocupa os Estados Unidos

Michael Dziedzic/Unsplash

Gabriela Ramos

7/15/2021

Em artigo publicado recentemente por Kris Osborn, ex-funcionário do Pentágono e colunista da revista The National Interest, ele afirma que os Estados Unidos têm se preocupado com a possibilidade da Rússia e da China desenvolverem uma inteligência artificial para operarem drones e sistemas de armas.

De acordo com o artigo, Michael Groen, tenente-general do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, acredita que o país não conseguirá responder à altura, caso a Rússia desenvolva uma “inteligência artificial militar”.

O armamento baseado em inteligência artificial não se preocupará com critérios éticos ou humanitários para realizar um ataque, conforme explica Osborn. Groen afirma que “isto poderia colocar as forças dos EUA em desvantagem em um cenário que requer tomada de decisões sobre o uso da força letal, uma vez que um ser humano deve estar sempre informado, o que é uma disposição estipulada na doutrina do Pentágono".

Groen acredita que existam formas de utilizar armas eficazes baseadas em inteligência artificial e alinhadas com padrões éticos. Sendo assim, o Departamento de Defesa dos EUA está pensando em desenvolver um sistema de inteligência artificial que utilize armamento não letal contra alvos não humanos, como mísseis, foguetes e drones. Para o tenente-geral, tal medida poderá auxiliar a instauração de princípios éticos no uso de armas baseadas em inteligência artificial.

Confira o artigo na íntegra no link abaixo.


Sukhoi Su-57
Anna Zvereva, CC BY-SA 2.0 , via Wikimedia Commons
Sukhoi Su-57
Anna Zvereva, CC BY-SA 2.0 , via Wikimedia Commons








Gabriela Ramos
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