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Aviação Militar / EUA

Só ano que vem

Novo bombardeiro dos EUA tem voo inaugural atrasado em seis meses

B-21 rendering
ALAN RADECKI, Public domain, via Wikimedia Commons

Gabriela Ramos

5/24/2022

O voo inaugural do novo bombardeiro B-21 Raider da USAF (Força Aérea dos Estados Unidos), que estava previsto para ocorrer ainda este ano, sofreu uma mudança no cronograma que resultou em seis meses de atraso. Agora, a nova previsão é para 2023.

A aeronave substituirá os B-1B Lancer e B-2 Spirit, ocasionando uma redução do total de aeronaves ativas. O objetivo é ampliar a capacidade de dissuasão e ataque e reduzir os custos, já que o B-2 é conhecido por ser a aeronave mais cara da história, chegando a custar US$ 2,1 bilhões cada unidade.

A USAF afirmou que “o programa B-21 continua a garantir que a primeira aeronave de teste de voo seja uma construção de alta qualidade e representativa de produção, a fim de conduzir uma campanha de teste de voo eficiente e rapidamente colocar em campo essa capacidade crítica de combate”.

O motivo do atraso no voo inaugural não foi informado. Em fevereiro, a Air Force Magazine noticiou que uma autoridade da USAF afirmou que seis unidades da aeronave já estavam na linha de montagem na unidade da Northrop Grumman, na Califórnia.

A USAF espera gastar, até o final da produção dos Raiders, US$ 20 bilhões.


B-21 rendering
U.S. Air Force Graphic, Public domain, via Wikimedia Commons








Gabriela Ramos
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